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(...) Arcádia é isso. Beleza que faz chorar, tristeza que faz sorrir. O que nos toca em Mozart é aquilo a que Cyrill Connolly tão expressivamente chamou a “caligrafia da despedida”.
Por trás de cada nota, de cada frase, esconde-se sempre a mesma palavra:
adeus.
Frederico Lourenço, Mozart e eu, Livros Cotovia.
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1 comment:
Sei allem Abschied voran...
...e as coisas que Tu me ensinas.
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