Bist du bei mir,
geh ich mit Freuden
zum Sterben und zu meiner Ruh
Ach, wie vergnügt
wär so mein Ende,
es drückten deine lieben Hände
mir die getreuen Augen zu.
If you are with me,
I go joyfully to death and to my repose
Ah, how my end would bring contentment
if pressing with your loving hands
you would my faithful eyes close.
geh ich mit Freuden
zum Sterben und zu meiner Ruh
Ach, wie vergnügt
wär so mein Ende,
es drückten deine lieben Hände
mir die getreuen Augen zu.
If you are with me,
I go joyfully to death and to my repose
Ah, how my end would bring contentment
if pressing with your loving hands
you would my faithful eyes close.
.
3 comments:
...
...never far...
mas pobre!
;)
...
E quanto de ti, amor, me possuiu no abraço
em que de penetrar-te me senti perdido
no ter-te para sempre -
Quanto de ter-te me possui em tudo
o que eu deseje ou veja não pensando em ti
no abraço a que me entrego -
Quanto de entrega é como um rosto aberto,
sem olhos e sem boca, só expressão dorida
de quem é como a morte -
Quanto de morte recebi de ti,
na pura perda de possuir-te em vão
de amor que nos traiu -
Quanta traição existe em possuir-se a gente
sem conhecer que o corpo não conhece
mais que o sentir-se noutro
Quanto sentir-te e me sentires não foi
senão o encontro eterno que nenhuma imagem
jamais separará -
Quanto de separados viveremos noutros
esse momento que nos mata para
quem não nos seja e só -
Quanto de solidão é este estar-se em tudo
como na auséncia indestrutível que
nos faz ser um no outro -
Quanto de ser-se ou se não ser o outro
é para sempre a única certeza
que nos confina em vida -
Quanto de vida consumimos pura
no horror e na miséria de, possuindo, sermos
a terra que outros pisam -
Oh meu amor, de ti, por ti, e para ti,
recebo gratamente como se recebe
não a morte ou a vida, mas a descoberta
de nada haver onde um de nós não esteja.
Jorge de Sena
____________________________
http://meinem-lied.blogspot.com/2007/10/i.html
Post a Comment